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#10 livros sobre os princípios da Comunicação Não Violenta


#10 livros sobre os princípios da Comunicação Não Violenta

Algumas pessoas pediram e a gente atendeu. Uma listinha de livros sobre Comunicação Não Violenta e outras abordagens bem afinadas com a CNV. Esses livros foram (e são) uma inspiração na nossa jornada. Eles nos ajudam a olhar para as necessidades, a cuidar das nossas próprias emoções e dos nossos diálogos internos, a desenvolver uma escuta empática e a desenvolver relações baseadas em compaixão, aceitação da nossa humanidade e a coragem de ser autêntico de um jeito vulnerável.

A gente acredita que, além de ler, o importante é experimentar colocar os conceitos na vida. Uma dica pode ser ler com um amigo e montar um grupo de prática, assim você vai vendo como essas ideias podem impactar a vida de verdade.

Confira a lista das 10 indicações

#01
Comunicação Não-Violenta
Marshall Rosenberg, Editora Ágora
O básico, para quem começa a jornada de CNV. Achamos muito didático, traz vários exemplos e histórias do Marshall e até tem exercícios para entender melhor os conceitos

 

#02
Deixe de Ser Bonzinho e Seja Verdadeiro
Thomas d’Ansembourg, Editora Sextante
Recomendado para iniciantes, o livro explica os conceitos básicos da CNV com exemplos e enfatiza a importância de vencer os próprios condicionamentos e assumir a responsabilidade por cuidar dos diálogos internos

#03
Não seja bonzinho, Seja Real como equilibrar a paixão por si com a compaixão pelos outros
Kelly Bryson, Editora Madras
Livro de um dos treinadores de CNV da primeira geração, amigo e colega de Marshall, o estilo é mais narrativo e divertido, menos estruturado

 

#04
The Surprising Purpose of Anger
Marshall Rosenberg, Editora Puddle Dancer
Em inglês, o livro integra uma série de obras com transcrições de sessões de perguntas e respostas com o criador da CNV. Nesta obra, o foco é a raiva e Marshall diz que ela precisa ser acolhida e expressa (e não reprimida). Ele também fala dos gatilhos da raiva e como transformá-la, encarando o que tem por trás dela

 

Não é CNV, mas tem tudo a ver:

A gente também recomenda o trabalho de pesquisadores que não falam diretamente de CNV, mas trazem ideias e conceitos super alinhadas com os princípios da CNV, como Brené Brown e Kristin Neff. Também há outros clássicos que falam das relações humanas, com destaque para a obra de Carl Rogers:

 

#05
A arte da imperfeição
Brené Brown, Editora Novo Conceito
Pesquisadora do tema “vergonha”, Brené mergulhou no entendimento da vulnerabilidade e descobriu que a chave para viver plenamente está na prática da coragem, da compaixão e da sintonia, o que na CNV a gente chama de conexão humana. Neste livro, ela traz 10 orientadores e dicas de como experimentar uma vida plena

 

#06
A coragem de ser imperfeito
Brené Brown, Editora Sextante
Ao mergulhar mais na “vulnerabilidade”, Brené fala neste livro que aceitá-la é fundamental para viver com ousadia e autovalorização, sem paralisar com medo da crítica ou da derrota. Ela também discute como viver a vulnerabilidade com confiança, reciprocidade e limites saudáveis

 

#07
Autocompaixão: pare de se torturar e deixe a insegurança pra trás
Kristin Neff, Editora Lúcida Letra
O livro acaba de ser traduzido para o português. A gente acha imperdível. Kristin nos convida a praticar autocompaixão (em vez de se prender ao jogo da autoestima) e conceitua de uma forma original o que seriam os componentes essenciais para a prática da autocompaixão

 

#08
Autoajuda em conflitos
Friedrich Glasl, Editora Adigo
Um livro de um dos autores mais famosos na área de resolução de conflitos, criador do modelo da escalada de conflitos

 

#09
Inteligência Emocional
Daniel Goleman, Editora Objetiva
Neste clássico sobre inteligência emocional, com bastante base científica, Goleman mostra a importância de conseguir lidar e acolher nossos sentimentos para ter uma vida plena e com relacionamentos que alimentam. No livro são abordados temas como a origem da empatia e a anatomia da raiva, entre outros muito interessantes

 

#10
Tornar-se pessoa
Carl Rogers, Editora Martins Fontes
O trabalho de Rogers é central na psicologia humanista e deu origem a muitas teorias, como a própria CNV. Com sua abordagem “centrada na pessoa”, Rogers fala que o papel do terapeuta é ser facilitador do processo de busca do “eu” do paciente. E, para isso, aponta três aspectos fundamentais na postura do terapeuta em relação ao paciente: a congruência, compreensão empática e a consideração positiva incondicional, reforçando a importância da autenticidade do terapeuta