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Baixe o Guia de Bolso de Comunicação Não Violenta e use quando estiver de cabeça cheia e precisando de clareza antes de agir

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Somos

Somos uma equipe apaixonada pelo poder da autoaceitação radical.
Queremos estimular pessoas a praticarem conversas corajosas consigo mesmo,
para bater um papo com a galera interna, integrar as próprias sombras e, assim,
construir e reconstruir as próprias histórias.

A gente acredita que este é o ponto de partida para fazer escolhas livres, ousadas e coerentes e, se for sua escolha, construir relacionamentos que nutrem. E criar um mundo assim é nossa visão. Esse movimento de dentro para fora que permite criar a própria realidade, cultivar o que te dá paz e espalhar isso a seu redor.

Valores que guiam nosso jeito:

Aceitação, principalmente de si
 •
Coragem para estar presente e criar realidade
 •
Entusiasmo, paz e fluxo como critérios
 •
 Criar pontes com consideração genuína
 •
A força da autenticidade vulnerável
 •
Cultivar o silêncio para fazer escolhas
 •
Profundidade com simplicidade e bom humor
 •
Brincar, celebrar, agradecer

Sven Fröhlich

Treinador internacional de CNV há 15 anos, facilitador de mediação de conflitos e comunicação intercultural

Meu nome é Sven e eu trabalho com Comunicação Não Violenta, conhecida por CNV. Pra falar a verdade, não trabalho com CNV – eu vivo CNV. Os conflitos me levaram a fazer cursos de autoconhecimento e uma formação em mediação de conflitos. Mas o que mudou radicalmente me jeito de me relacionar comigo mesmo e com os outros foram os cursos com Marshall Rosenberg, criador da CNV. Com ele, e depois com muitos outros, aprendi o poder da vulnerabilidade e empatia, autocompaixão. Faz 18 anos que estou na jornada de integrar a CNV na minha vida, como aprendiz e facilitador na Alemanha e no Brasil. No Brasil ofereci cursos de CNV para mais de 6.000 pessoas e meu sonho é inspirar cada vez mais pessoas para relacionar-se de uma verdadeira e compassiva.

10 coisas que você NÃO precisa saber sobre mim

  1. Mudei para o Brasil em 2007 – e todas as pessoas queridas, que considero meus amigos no Brasil, são ex-participantes dos meus cursos
  2. Tenho dois filhos, Sophie e Lucas, e com eles aprendi o que é amor incondicional, e que este amor começa nos tempos desafiantes e difíceis
  3. Já tentei aprender flamenco, mas no curso tinha, além de mim, 24 mulheres talentosas. Foi engraçado ser “robô entre bailarinas”… mas não era uma experiência para viver por muito tempo, por isso parei
  4. No meu primeiro casamento, morei no bairro gay de Munich. No começo, ver casais se beijando na rua era estranho para mim. Gostei de ver como passei a achar isso tão natural, a ponto de nem chamar mais minha atenção
  5. Aos 30 anos, tive depressão. Tinha dias que eu estava com medo de sair de casa. Aprendi o poder dos pensamentos negativos e dos autojulgamentos. Dessa experiência, levei a frase: “quem foi no fundo do mar, não tem mais medo de poças”
  6. Meu primeiro despertar foi o livro “A Doença Como Caminho”: aprendi a acolher doenças como chances de crescimento e desenvolvimento
  7. Participei num projeto com exército alemão durante 5 anos. Junto com meus colegas, treinamos uns 15.000 oficiais superiores, intermediários e suboficiais, em Comunicação Não Violenta e Comunicação Intercultural
  8. Morei por três meses em Londres, fiz vários intercâmbios nos Estados Unidos e morei 14 meses na Espanha. Nessas viagens, aprendi que a “verdade” e o que é “certo” ou “errado” é bem relativo. Foi muito libertador
  9. Na Alemanha, fundei a empresa Culture Unlimited, que oferecia treinamentos sobre comunicação intercultural. O foco do trabalho era criar pontes e mais compreensão entre pessoas de culturas diferentes
  10. Adoro café, acho que isso é meu único vício. A invenção do Nespresso não ajudou muito de mudar isso

Carolina Cassiano

Coach ontológica, mediadora de diálogos internos, facilitadora de CNV e processos de autocompaixão

A comunicação sempre foi uma paixão minha. Desde pequena, conversava a partir do corpo, com expressões, gestos, depois como bailarina e também como uma pessoa fisicamente inquieta. Mas também amava as palavras e as histórias de vida – não à toa, virei jornalista. Depois de 15 anos produzindo e dirigindo conteúdos, resolvi que iria usar a comunicação não só para informar, mas para transformar a vida. Hoje, a linguagem do corpo, das palavras e do silêncio está nos meus atendimentos individuais, que chamo de Conversas que Conectam, também nos cursos, palestras e conteúdo que ofereço. Os temas que investigo são como criar a paz interna, como fazer escolhas a partir da escuta profunda e da complexidade, e como cuidar de si e das relações com autoaceitação e da autocompaixão.

10 coisas que você NÃO precisa saber sobre mim

  1. Sou tão curiosa e cheia de entusiasmo e paixões, que passei um bom tempo achando que não tinha foco nenhum na vida
  2. Fiz dois MBAs, ganhei um prêmio em um deles, na FGV-SP, em que estudei o que chamei de “Autenticidade Corporativa”. Para colocar isso em prática, fiz minha primeira transição de carreira e me tornei consultora em mudança de cultura organizacional
  3. Em 2010, adotei dois filhos-gatos que, se deixar, passam o dia todo fisicamente grudados em mim. Com eles, aprendi a abandonar a vontade de controlar as coisas para curtir as necessidades atendidas
  4. Trabalhei 15 anos como jornalista, em redações como Folha, IstoÉ, Trip, entre muitas outras. O que mais amo no jornalismo é ouvir pessoas com empatia e contar suas histórias para outras pessoas, fazendo a ponte entre o mundo delas e de quem lê sobre elas
  5. Já dancei mais de 1.200 horas de salsa nesta vida – inclusive ensinando. Parte delas, dando aulas de lady style para senhoras londrinas
  6. Tive síndrome do pânico e só depois disso aprendi a abraçar a incerteza, aceitar como sou e deixar o perfeccionismo para entrar na “arena da vida”
  7. Eu fiz um sabático em 2010: vendi tudo, fui morar em Londres e não trabalhei quase um ano inteiro. Só observei a vida, dancei e escrevi muitas reflexões sobre a vida e o ser humano
  8. Eu já estudei Cabala, frequentei umbanda e espiritismo, fui líder de grupo de jovens católicos e adoro um mapa astral. E acredito que nós todos somos Deus
  9. Só depois de quase 38 anos eu consegui parar de roer unhas. Tentei de tudo para parar: de hipnose a unhas postiças. Nada funcionava. Só deu certo quando eu desisti de tentar
  10. Eu acredito que “acesso, afeto e tempo” têm o poder de cura. Acesso é oportunidade para aprender e se conhecer. Afeto é amor incondicional e autêntico. Tempo, porque tudo acontece na hora certa. Somando os três, a gente se transforma e o mundo em volta também. De dentro para fora